Luiz Inácio, o repentista, sempre conseguiu nos seus discursos culpar alguém, elidir-se de qualquer responsabilidade e enaltecer a si mesmo. Foi de repente em repente que ele amealhou o seu poder e a sua riqueza. Falando aquilo que cada platéia gostaria de ouvir, Luiz Inácio foi catapultado de torneiro mecânico para presidente da república. Agora, no pleno gozo do poder e da riqueza, seus repentes não encantam mais a digna platéia. É o palhaço que não consegue fazer rir. Como Luiz escapará do caminho reto e certo para o anonimato?
(Sérgio Varuzza)
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