A felicidade não é um prêmio, mas uma consequência.
O sofrimento não é um castigo, mas um resultado.
Entende? entende...
"Gargalha, ri, num riso de tormenta, como um palhaço que desengonçado, nervoso, ri num riso absurdo, inflado de uma ironia e de uma dor violenta."
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Débora???
Débora não é Bárbara.
Débora não é Denise, Gabriela, Aline, Ana e muito menos Nátalia.
Débora não é bailarina, professora de forró, santa ou indulgente.
Débora é só Débora mesmo. E mais nada. Por enquanto.
E depois daquela noite estonteante, Débora desabafou:
Disse, veementemente, que Ele eram Dois.
Tinha um Ele que ela amava estonteantemente, pelo qual largaria tudo pra recmeçar, perdoria tudo...
Ele era O GRANDE AMOR DA SUA VIDA!
E tinha outro Ele. Um Ele louco, devastador da sua alma, herói malvado das suas tragédias, um inútil, que não serve nem para ser pisado.
O problema, para Débora, é que os dois Ele´s aconteciam juntos. E o tempo todo. No mesmo lugar.- O cara que ela AMA e que mandaria TOMAR .. agora.
Este desabafo de Débora, então, nada mais é sua simples e crua realidade do que pensar d’Ele. O Ele que ela prefere. Ou gostaria de preferir.
Então, depois da noite estonteante, Débora não era Bárbara. Débora não era Denise, Gabriela, Aline, Ana e muito menos Nátalia.
Era só Débora desesperada por um viver ambíguo e antagônico. E ela reclamava para seu umbigo ou para o umbigo dos outros. Porque este é o tipo de reclamação de umbigo.
Ela só queria dormir em paz. Sozinha por ora. Porque todos os outros que a habitaram neste tempo de agora, não a satisfizeram. Ela fingia. Porque só Ele (inteiro e não repartido) a fazia gozar sem vergonha de (sua Sombra).
Essa é uma das minhas postagens preferidas.
Entende?
Débora não é Denise, Gabriela, Aline, Ana e muito menos Nátalia.
Débora não é bailarina, professora de forró, santa ou indulgente.
Débora é só Débora mesmo. E mais nada. Por enquanto.
E depois daquela noite estonteante, Débora desabafou:
Disse, veementemente, que Ele eram Dois.
Tinha um Ele que ela amava estonteantemente, pelo qual largaria tudo pra recmeçar, perdoria tudo...
Ele era O GRANDE AMOR DA SUA VIDA!
E tinha outro Ele. Um Ele louco, devastador da sua alma, herói malvado das suas tragédias, um inútil, que não serve nem para ser pisado.
O problema, para Débora, é que os dois Ele´s aconteciam juntos. E o tempo todo. No mesmo lugar.- O cara que ela AMA e que mandaria TOMAR .. agora.
Este desabafo de Débora, então, nada mais é sua simples e crua realidade do que pensar d’Ele. O Ele que ela prefere. Ou gostaria de preferir.
Então, depois da noite estonteante, Débora não era Bárbara. Débora não era Denise, Gabriela, Aline, Ana e muito menos Nátalia.
Era só Débora desesperada por um viver ambíguo e antagônico. E ela reclamava para seu umbigo ou para o umbigo dos outros. Porque este é o tipo de reclamação de umbigo.
Ela só queria dormir em paz. Sozinha por ora. Porque todos os outros que a habitaram neste tempo de agora, não a satisfizeram. Ela fingia. Porque só Ele (inteiro e não repartido) a fazia gozar sem vergonha de (sua Sombra).
Essa é uma das minhas postagens preferidas.
Entende?
Reciprocidade
Agradeço por iludir-me durante tanto tempo.
Através de tanto engano, pude tecer uma visão mais clara do que uma pessoa é capaz, do quanto o cinismo pode ser disfarçado e o quanto os interesses podem ser escusos.
Agradeço por mostrar-me que não adianta abrir o coração e dar tudo de si, porque somente o amor verdadeiro e em par trará a plenitude.
Agradeço por tanto descaso destilado, provando-me que a essência do ser, hora ou outra, acaba mostrando-se por completo.
Agradeço por cada lágrima que derramei, pois puderam elas lavar-me a alma.
Agradeço por vir e ir embora de minha vida, lembrando-me que até o sofrimento é efêmero.
Agradeço por, através de meus erros (sendo idiota), fazer-me crescer como pessoa.
Agradeço por, agora, poder dizer que sou feliz.
Afinal, do seu lado, eu jamais poderia.
É um gênio!!!!
Através de tanto engano, pude tecer uma visão mais clara do que uma pessoa é capaz, do quanto o cinismo pode ser disfarçado e o quanto os interesses podem ser escusos.
Agradeço por mostrar-me que não adianta abrir o coração e dar tudo de si, porque somente o amor verdadeiro e em par trará a plenitude.
Agradeço por tanto descaso destilado, provando-me que a essência do ser, hora ou outra, acaba mostrando-se por completo.
Agradeço por cada lágrima que derramei, pois puderam elas lavar-me a alma.
Agradeço por vir e ir embora de minha vida, lembrando-me que até o sofrimento é efêmero.
Agradeço por, através de meus erros (sendo idiota), fazer-me crescer como pessoa.
Agradeço por, agora, poder dizer que sou feliz.
Afinal, do seu lado, eu jamais poderia.
É um gênio!!!!
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Chove
Chove, agora
O céu chora, de saudade,
Lágrimas de amor
E cada gota que nasce no alto
Tem apenas um instante a viver
E, antes de acabar,
Lava as manchas no chão
De tantos corações partidos
E se meu olhar chover,
Se pingar saudade,
É de estar só
Porque cada despedida
Era promessa de retorno
Até ir embora
Sem dizer adeus,
Sem olhar pra trás...
(Bin- jujuba s2)
14 de Maio de 09 ;)
Ainda chove... =/
Todos deveriam gostar de cada lágrima que deixam cair.Chorando, demonstramos o quanto somos capazes de sentir o mundo, as pessoas, e mostra o quanto damos importância a isso tudo.Lágrimas valem como um "eu te amo".
O céu chora, de saudade,
Lágrimas de amor
E cada gota que nasce no alto
Tem apenas um instante a viver
E, antes de acabar,
Lava as manchas no chão
De tantos corações partidos
E se meu olhar chover,
Se pingar saudade,
É de estar só
Porque cada despedida
Era promessa de retorno
Até ir embora
Sem dizer adeus,
Sem olhar pra trás...
(Bin- jujuba s2)
14 de Maio de 09 ;)
Ainda chove... =/
Todos deveriam gostar de cada lágrima que deixam cair.Chorando, demonstramos o quanto somos capazes de sentir o mundo, as pessoas, e mostra o quanto damos importância a isso tudo.Lágrimas valem como um "eu te amo".
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