domingo, 31 de maio de 2009

Mime'amakim kar'ati elaich boi elai
beshuvech yach'zor shuv ha'or be'einai
lo gamur,
lo ozev t'aamaga beyadaich
sheyavo veya'ir lemish'ma
kol tz'chokech.

Como dizia Drummond...(hoje é o dia da minha faxina)

Olha quanto desafio...
Quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus o esperando.
Está se sentindo sozinho?
Besteira...
Tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento"...
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para "chegar" perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza...
Nem nós mesmos nos suportamos...
Ficamos horríveis...
O mau humor vai comendo nosso fígado...
Até a boca fica amarga!
Recomeçar...
Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar?
Ir alto... Sonhe alto...
Queira o melhor do melhor...
Queira coisas boas para a vida...
Pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos...
Se pensamos pequeno...
Coisas pequenas teremos...
Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente, lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental...
Joga fora tudo que te prende ao passado...
Ao mundinho de coisas tristes...
Jogue tudo fora...
Mas, principalmente, esvazie seu coração...
Fique pronto para a vida...
Para o amor...
Lembre-se: somos apaixonáveis...
Somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes...
Afinal de contas...
Nós somos o "Amor"."
Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura."

Pois é, recomeçar sempre vale a pena.

Chorou muito?
Foi limpeza da alma...
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia...
Sentiu-se só por diversas vezes?
Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da sua melhora...
Pois é...
Agora é hora de reiniciar...
De pensar na luz...
De encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Vivendo, apredendo...
Caindo e levantando...
Confiando e se ferrando...
Assim é a vida!

Ninguém pode fazer nada para mudar sua situação. Só você mesmo.
Não fique parado vendo as oportunidades escaparem entre os dedos.
Vendo a sua felicidade ir embora de um modo silencioso e sem olhar pra trás.
Corra! Vá depressa buscar sua felicidade, antes que a perca de vez...

A felicidade pode ir embora fazendo aquela cara de decepção silenciosa e gritando tão alto que você pode não suportar.

Entende?

Babs.

sábado, 30 de maio de 2009

Fé Trascendental

Eis uma coisa difícil de se explicar. Fé.
Não falo de Fé em D'us apenas, falo de todo o contexto que a Fé pode abranger.
Já dizia uma letra de musica:
"Tô fazendo a minha história E sei que posso contar. Com essa fé que ainda há me faz Otimista até demais..."
E é justamente isso, fazer história… Pelo simples fato de acreditar, de ter fé, de querer, de alcançar, de lutar.
Acredito que muita gente não compreende o real sentido de se ter Fé em alguma coisa, ou melhor, a intensidade de um amor. Acreditar que é capaz de conquistar seus sonhos parece limitado quando esquecemos de falar de Fé.
Em alguns momentos a dúvida aparece, mas não deve ser o foco, jamais. Acredito que a dúvida deve ser usada para reforçar ainda mais a convicção que se tem. De uma certa forma, esse sentimento pode ser útil sim, ele não nos deixa acomodar. O primeiro passo para fracassar é deixar de ter Fé. Embora seja difícil mantê-la no início, com o tempo, acabamos por aprender que graças à ela, podemos atingir qualquer objetivo e superar qualquer obstáculo.
Fé, eis algo que me acompanha. Associada à perseverança, confiança, desejo, amor, se torna uma receita infalível.
Eu nunca desisto dos meus sonhos, tenho Fé que um dia, tudo será posto em seu devido lugar, só me basta seguir o caminho feito pelos meus pés. Se o sonho não me agradasse, eu já teria deixado para trás. O sofrimento que se vive enquanto se trilha o caminho será imediatamente esquecido e compensado pela felicidade ao atingir o objetivo.
O amor sempre faz isso.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Débora e ele...

Débora não é Bárbara.
Débora não é Renata, Gabriela, Aline, Ana e muito menos Nátalia.
Débora não é bailarina, professora de forró, santa ou indulgente.
Débora é só Débora mesmo. E mais nada. Por enquanto.
E depois daquela noite estonteante, Débora desabafou:
Disse, veementemente, que Ele eram Dois.
Tinha um Ele que ela amava estonteantemente, pelo qual largaria tudo pra recmeçar, perdoria tudo...
Ele era O GRANDE AMOR DA SUA VIDA!
E tinha outro Ele. Um Ele louco, devastador da sua alma, herói malvado das suas tragédias, um inútil, que não serve nem para ser pisado.
O problema, para Débora, é que os dois Ele´s aconteciam juntos. E o tempo todo. No mesmo lugar.
- O cara que ela AMA e que mandaria TOMAR .. agora.
Este desabafo de Débora, então, nada mais é sua simples e crua realidade do que pensar d’Ele. O Ele que ela prefere. Ou gostaria de preferir.
Então, depois da noite estonteante, Débora não era Bárbara. Débora não era Renata, Gabriela, Aline, Ana e muito menos Nátalia.
Era só Débora desesperada por um viver ambíguo e antagônico. E ela reclamava para seu umbigo ou para o umbigo dos outros. Porque este é o tipo de reclamação de umbigo.
Ela só queria dormir em paz. Sozinha por ora. Porque todos os outros que a habitaram neste tempo de agora, não a satisfizeram. Ela fingia. Porque só Ele (inteiro e não repartido) a fazia gozar sem vergonha de (sua Sombra).

quinta-feira, 28 de maio de 2009

O silêncio...

Nas esperas de amor e ausências, nos momentos de entrega, nas realizações de desejos, nas reflexões... O silêncio não só foi, mas é a resposta "indizível". "
O silêncio é possível, sem que sejam cobradas falas inteligentes. Ele não se torna cobrança, é um momento de respeito que permite talvez a espera do nada de um outro alguém".
Acredito no silêncio compartilhado, em que vc está perto de alguém e não tem nada para pôr em palavras, pq estabelece uma ligação não verbal, talvez seja o maior encontro de análise e de amor.

Realmente silenciar é uma arte !

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Esse é o amor que eu sinto...

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é BENIGNO; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
tudo SOFRE, tudo CRÊ, tudo ESPERA, tudo SUPORTA.
O amor JAMAIS acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
Agora, pois, permanecem a FÉ, a ESPERANÇA, o AMOR, estes três; mas o maior destes é o AMOR.

domingo, 24 de maio de 2009

Saudade...

Estou com sintoma de saudade.
Coisa estranha essa tal de saudade.
Você não vê, não pega, mas ela está ali.
Saudade dói.
Dói forte.
É como se alguém estivesse apertando o seu coração;
É uma dor imaterial.
Não dá pra fazer curativos.
Mas há consistência neste imaterial.
Eu sinto saudade dos sonhos.
Sinto saudade do cheiro.
Sinto saudade do gosto.
Das carícias trocadas no fds.
De tudo que pode ser, e vai ser.
Eu sinto saudade das palavras doces.
Saudade do olhar carinhoso.
Saudade dos planos loucos.
Eu sinto muita saudade do que não existiu e passou a existir.
Eu o Queria tanto aqui...
Mas falta pouco.
Eu sinto saudade...
Ela mora em mim.
Está perto de ir embora.
Perto de parar de doer.
O que dói é morrer de amor...

Babs.
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na PRUDÊNCIA EGOÍSTA que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.

sábado, 23 de maio de 2009

Acalanto (Chico Buarque)

"Duerme
Mi pequeña
No vale la pena
Despertar
Voy a salir
Por ahi
Ahora
Tras la aurora
Más serena
Duerme
Mi pequeña
No vale la pena
Despertar..."

Entende? Entende...

Desabafo

“Existem pessoas que julgam os sentimentos de outras pessoa com a sua própria visão.”
Hoje, escutei uma pessoa dizer para outra que tudo o que acontecia em sua vida baunilha se transformava num drama.
Parei e pensei...
Porque tornar um capitulo de drama, o que na realidade para pessoa é um espetáculo de dor? Onde não importam os coadjuvantes, pq a protagonista encara de frente o seu papel, no palco de suas verdades.
A platéia não precisa ver, não precisa ouvir, muito menos julgar a interpretação da atriz.
Basta apenas parar para entender a obra do autor.
Será que ele quis dizer, novela, circo ou teatro?

Acho mesmo que virou um filme de Terror.

AFF!

Babs.